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10 curiosidades sobre Mark Zuckerberg

O cofundador e CEO da rede social se tornou um dos jovens empresários mais famosos do mundo desde a criação da rede social e, com isso, muitos fatos sobre sua vida foram expostos pela mídia. 





















O Olhar Digital separou 10 curiosidades Zuckerberg que merecem atenção, confira!


1 – Mandarin

Em 2010, o desafio pessoal de Zuckerberg foi aprender mandarin. Ele contou à imprensa que sempre gostou da cultura chinesa e acreditava que poderia conhecer um pouco mais sobre o país ao aprender o idioma oficial. Atualmente ele fala fluentemente a língua chinesa.


2 – Fora da moda

Em 2011, apesar de estar na capa da revista Time como o ‘homem do ano’, o CEO do Facebook também foi eleito um dos ’10 homens mais mal vestidos do mundo’. A revista Esquire zombou do seu estilo composto por camisetas despojadas, papetes/chinelos e calças jeans. O bilionário, no entanto, ficou atrás de Robert Pattinson, conhecido por sua atuação em Crepúsculo, e Russell Brand, ator e comediante, casado com a cantora Katy Perry. 


3 – Queda brusca

No ano passado, após o fracasso do IPO (oferta pública inicial) do Facebook, Zuckerberg caiu 22 pontos na lista da Forbes dos homens mais ricos dos Estados Unidos. Na época, a queda foi considerada a maior já vista. O jovem empresário chegou a perder US$ 8,1 bilhões de sua fortuna.


4 – Chefe do ano

No início de 2013, o CEO do Facebook obteve 99% de satisfação em uma pesquisa empresarial da Glassdor. Os próprios funcionários da rede social votaram e elegeram Zuckerberg o chefe mais legal do mercado de tecnologia. Atrás dele estão Bill MacDermott e Jim Hagemann Snabe, ambos da SAP, no segundo e terceiro lugar do ranking.


5 – Doações milionárias

Em 2010, o empresário prometeu doar mais da metade de seu patrimônio para caridade durante a vida ou após a morte. Desde então, ele ofereceu cerca de US$ 100 milhões para a Newark Public Schools, uma comunidade pública de escolas que serve toda a cidade de Newark, em New Jersey, e US$ 498 milhões à Silicon Valley Community Foundation, que ajuda pessoas em São Francisco, onde fica o Vale do Silício. Por conta disso, Zuckerberg foi eleito pela Chronicle of Philanthropy um dos empresários mais engajados do mundo.


 6 – Dieta excêntrica

Em 2011, o cofundador do Facebook revelou que só comia carne de animais que ele mesmo criou e matou. Para conseguir seguir a dieta pouco comum, Zuckerberg precisou aprender sobre agricultura sustentável e criação de animais. A mentora inicial neste desafio foi a famosa chef de cozinha do Vale do Silício, Jesse Cool. Ela vive em Palo Alto, na Califórnia, e é dona de um restaurante local. Jesse apresentou Mark aos agricultores próximos e o ensinou a matar os animais.


7 – Personagem de HQ

Em dezembro de 2010, uma produtora canadense especializada em Histórias em Quadrinhos criou um gibi de 48 páginas com a história de Zuckerberg. A proposta da edição era responder a pergunta: "Quem é o verdadeiro Mark Zuckerberg?". O HQ pode ser comprado na Amazon por cerca de US$ 10. (veja aqui)


8 – Professor

Além de empresário, Mark Zuckerberg também é professor. Em uma entrevista à Wired, o cofundador do Facebook afirmou dar aulas em uma escola de educação secundária em Menlo Park, São Francisco (Estados Unidos). Ele ensina os estudantes a abrir um negócio e toda terça-feira fala sobre uma proficiência diferente. Cada grupo trabalha em projetos paralelos e podem apresentar aos funcionários da rede social suas ideias, como se tivessem realmente comercializando algum produto.


9 – Frente política

Zuckerberg tem investido dinheiro e tempo na criação de um grupo que trabalhará para afrouxar as políticas de imigração dos Estados Unidos. Segundo o site Politico, tanto o jovem empresário quanto outros grandes nomes da tecnologia enfrentam problemas por causa das políticas de imigração de seu país, já que boa parte da inteligência local é, na verdade, importada. O objetivo do grupo, portanto, é atrair e desenvolver uma força de trabalho altamente qualificada - que geralmente está em outros países.


10 – Salto rápido

Em maio, pela primeira vez na história, o Facebook apareceu entre as companhias mais poderosas do país em um ranking publicado anualmente desde 1955 pela revista Fortune. A conquista representa um recorde. A companhia é a mais rápida da história a entrar para a lista após a abertura do capital (excluindo companhias que foram fundidas). Mark Zuckerberg levou apenas oito meses para realizar a façanha, metade do tempo necessário para o Google, agora ex-recordista.


 

A história por trás dos nomes de 20 marcas famosas


Erros de grafia, deuses, gírias e superstições serviram de inspiração para marcas hoje fortes e bilionárias.

Por Mirela Portugal


Starbucks:
A rede de cafeterias americana representada pela sereia de duas caudas teve seu nome inspirado em parte pelo personagem Starbuck, do livro Moby Dick. Segundo o fundador Gordon Bowker, em 1971, a rede passou perto de ser batizada de "Cargo House". Mas ele foi aconselhado por um amigo (publicitário) a investir em nomes iniciados com as letras "St", que formariam palavras poderosas.


Smirnoff:
É uma homenagem ao russo Piotr Arsenyevitch Smirnov. Dono de uma destilaria em Moscou, Piotr foi o primeiro a usar carvão vegetal para filtrar a vodca. Seu destilado era reconhecidamente o preferido do Czar. A família fugiu para Istambul com a eclosão da Revolução Russa de 1917, e a marca começou a internacionalizar-se.

José Cuervo:
O nome da tequila mexicana homenageia dois José Cuervo. Em 1758, o fazendeiro José Antonio de Cuervo começou a cultivar o agave, planta parecida com o cacto e matéria-prima da bebida. Mas foi seu filho José Maria Guadalupe Cuervo quem iniciou a produção do destilado em 1795.

Skype:
Os criadores, o dinamarquês Janus Friis e o sueco Niklas Zennström, deram originalmente o nome "Sky-Peer-to-Peer" ao serviço de comunicação em vídeo fundado em 2003. Mais tarde, a marca derivou para "Skyper" e finalmente para a sua forma actual "Skype".

Jack Daniel's:
A embalagem também estampa o nome do seu criador, o americano Jasper Newton Daniel, que tinha o apelido de Jack. Trabalhando em um alambique desde os 7 anos, Jack apresentou a fórmula de seu uísque envelhecido em carvão de madeira aos 16 anos. A marca também é chamado de Old No. 7 ("Velho número 7").


Lego:
Criada pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen em 1934, o nome da empresa surgiu a partir das palavras dinamarquesas "Leg Godt", que significam "brincar bem". Em latim, a expressão significa "eu armo" ou "eu junto" ou ainda "eu monto", uma coincidência que o carpinteiro desconhecia.

Reebok:
Fundada em 1895, o nome da marca esportiva foi inspirado na palavra “rhebok” – antílope na língua africâner. Há algum tempo a Reebok vinha utilizando a abreviação "RBK" como novo símbolo da marca, mas desde o final do ano de 2008 a empresa vem abandonando este símbolo e voltou-se a utilizar o nome Reebok por completo.

Campari:
O nome do aperitivo também vem do criador da bebida, o italiano Gaspare Campari, que trabalhava em bares criando receitas de coquetéis à base de vinho e ervas. A combinação que iria gerar o drinque avermelhado surgiu em 1860.


Amazon:
O fundador Jeff Bezos queria um nome que começasse com a letra “A”, então apareceria mais cedo na ordem alfabética. Examinando o dicionário, ele deparou-se com o nome do grande rio brasileiro. Bezzos gosta de dizer que a dimensão do curso d’água é inspiração para o tamanho que seu site quer atingir. Detalhe: o site quase se chamou "Cadabra", mas Bezzos desistiu do nome por sua semelhança, em algumas línguas, à palavra "cadáver".

Johnnie Walker:
O primeiro nome da marca foi Walker’s Kilmarnock Whisky, uma homenagem à cidade de Kilmarnock, onde seu inventor morava. Mas a bebida teve seu nome igualado ao de seu criador, o escocês John Walker. Aos 15 anos, ele inventou o uísque à base de malte e de grãos.

Nike:
Fundada em 1972 pelo treinador de atletismo universitário Bill Bowerman e seu sócio, Phil Knight, a Nike tem o nome inspirado na deusa da vitória, Nice (Niké). O logotipo da empresa tem uma história interessante: semelhante a uma asa em referência à deusa Nice, o símbolo foi criado pelo jovem estudante de design Carolyn Davidson em 1971, e vendido por apenas 35 dólares.

Antarctica:
O nome vem da empresa que produzia a cerveja. No início, a Companhia Antarctica Paulista era uma fábrica de gelo — daí a referência ao continente no nome e aos pingüins no rótulo. Lá eram fabricadas as famosas Sodas Limonadas dos anos 90. Em 2000, a empresa de fundiu com a Brahma, fundando a Ambev.

BMW:
Abreviatura de Bayerische Motoren Werk (Fábrica de Motores da Bavária), a empresa foi fundada em 1916 pelos irmãos Karl Rapp e Gustav Otto como uma fábrica de motores de aviões em Munique. Após a I Guerra Mundial, a empresa foi proibida de desenvolver aeronaves. Mas a origem da marca, no entanto, é até hoje vista em seu logotipo: a teoria mais comentada é que ele representa uma hélice de avião, nas cores azul e branco.

Dreher:
É o nome de uma família de origem alemã que plantava uvas desde 1906 na cidade gaúcha de Bento Gonçalves. Com as uvas, eles faziam vinho branco para vender numa cantina. No entanto, o conhaque, obtido através da destilação do vinho branco, superou o produto original em fama.

Skol:
A Skol é uma marca de cerveja de propriedade da empresa dinamarquesa Carlsberg, com licença para ser fabricada no Brasil pela Ambev. O nome vem da palavra escandinava skål, que significa "à vossa saúde/à nossa saúde"; expressão comum que antecede brindes.

Pepsi:
Criada em 1893 pelo americano Caleb Bradham, farmacêutico da Carolina do Norte, a Pepsi originalmente chamava-se Brad's Drink, em referência ao nome de seu criador. Foi só em 1898 que Bradham passou a comercializá-la com o nome de Pepsi-Cola. O nome veio dos seus principais ingredientes, pepsina e nozes de cola. A marca, no entanto, só foi registrada em 1902.

Chanel Nº5:
Criada para a grife da francesa Coco Chanel, Chanel nº 5 foi assim chamado porque 5 era o número da sorte da estilista. A superstição fez parte ainda da apresentação do novo produto ao mundo: a criadora escolheu o dia 5 de maio de 1921 para lançar o perfume.

Google:
Uma das marcas mais famosas do mundo, Google seria originalmente chamada de Googol caso uma falha de comunicação não mudasse a história. O erro no preenchimento de um cheque que os fundadores Sergey Brin e Larry Page receberiam em 1996 aposentou a expressão Googol (nomenclatura matemática para designar o número representado por 1 seguido de 100 zeros) e elegeu no lugar a versão alterada da palavra.

Yahoo!:
Ao contrário do que se imagina, o nome da empresa não veio da exclamação “Yahoo”, que em inglês pode significar comemoração ou alegria. Os fundadores Jerry Yang e David Filo escolheram a palavra por causa de uma influência literária: no livro de Jonathan Swift “As viagens de Gulliver”, os “Yahoos” aparecem como espécies de criaturas selvagens.

Nintendo:
As três palavras "Nin" "ten" e "do" podem ser livremente traduzidas do japonês para "Deixe a sorte para o céu". A Nintendo foi criada por Fusajiro Yamauchi em 1889 e fabricava baralhos de cartas artesanais, parte deles com personagens de desenhos. Foi só após sua entrada no mercado de ações, em 1963, que a companhia passou a investir em jogos eletrônicos.


Fonte: exame.abril.com.br






 
 
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