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Os 15 líderes globais com mais seguidores no Twitter

O Twitter vem servindo a governos e líderes globais para comunicar-se entre si, informar a população e, em alguns casos, responder às perguntas do público. O estudoTwiplomacy 2013, da empresa de relações públicas Burson-Marsteller, avalia como isso vem sendo feito. 

Veja quem são os 15 líderes globais com mais seguidores segundo esse estudo. Dilma Rousseff e Barack Obama estão na lista.


1 - Barack Obama

País: Estados Unidos

Seguidores: 33,5 milhões

Conta no Twitter: @BarackObama




A conta de Obama, o líder global com mais seguidores, faz sucesso desde 2009. Mas os posts eram, inicialmente, escritos por assessores. Obama só publicou seu primeiro tuíte em 2011 e se tornou mais ativo em 2012. A foto dele abraçando a esposa Michelle após a vitória na eleição do ano passado foi retuitada mais de 800 mil vezes.


2 - Papa Francisco

País: Vaticano

Seguidores: 7,2 milhões

Contas no Twitter: @Pontifex_pt e outras

O papa Francisco é o líder global mais influente segundo o estudo da Burson-Marsteller. Seus tuítes diários são retuitados 11 mil vezes em média. Os posts são traduzidos e divulgados em nove contas, em diferentes idiomas, incluindo a @Pontifex_pt, em português. A conta @Pontifex_es, em espanhol, já tem mais seguidores que a @Pontifex original, com posts em inglês.


3 - Casa Branca

País: Estados Unidos

Seguidores: 4 milhões

Conta no Twitter: @whitehouse

A conta @BarackObama foi criada por assessores de campanha de Obama sem ligação oficial com a Casa Branca. Mas o presidente americano também se comunica pela @whitehouse, esta sim, oficial. Ele já a usou inclusive para responder a perguntas do público. Curiosamente, a conta @whitehouse não segue a @BarackObama.


4 - Tayyip Erdogan

País: Turquia

Seguidores: 3,7 milhões

Conta no Twitter: @RT_Erdogan

A Turquia tem dois campeões no Twitter: o primeiro ministro Rcep Tayyip Erdogan e o presidente Abdullah Gül. Juntos, eles somam 6,8 milhões de seguidores. Tuiteiro ativo, Erdogan criticou o uso da rede social para promover manifestações no país neste ano: “Agora temos uma ameaça chamada Twitter”, disse. “Para mim, as redes sociais são a pior ameaça para a sociedade.”


5 - Abdullah Gül

País: Turquia

Seguidores: 3,4 milhões

Conta no Twitter: @cbabdullahgul

A conta do presidente da Turquia Abdullah Gül publica textos em turco e fotos sobre as atividades de seu governo. Quando Gül quer mandar um recado a outros países, porém, ele escreve em inglês. Em 2010, por exemplo, quando Israel atacou navios turcos que se dirigiam a Gaza, ele tuitou: “A Turquia jamais esquecerá esse ataque”.


6 - Rania Al Abdullah

País: Jordânia

Seguidores: 2,8 milhões

Conta no Twitter: @QueenRania

Apesar de não tuitar todos os dias, a rainha da Jordânia é uma tuiteira engajada, que interage bastante com seus seguidores. Rania Al Abdullah alterna tuítes em inglês e árabe sobre assuntos que incluem relatos pessoais e questões como educação e saúde. 


7 - S. B. Yudhoyono

País: Indonésia

Seguidores: 2,6 milhões

Conta no Twitter: @SBYudhoyono

“Olá Indonésia. Entrei no Twitter para compartilhar saudações, pontos de vista e inspirações com o mundo. Saudações. SBY”, escreveu o presidente Yudhoyono, da Indonésia, em seu primeiro tuíte, em abril deste ano. Desde então, sua popularidade na rede social explodiu. Ele publica, em média, sete posts por dia, sempre na língua indonésia, e assina SBY. 


8 - Dmitry Medvedev

País: Rússia

Seguidores: 2,6 milhões

Contas: @MedvedevRussia e @MedvedevRussiae

O primeiro ministro russo Dmitry Medvedev é muito mais popular no Twitter que o presidente Vladimir Putin. Seus tuítes são publicados em russo na conta @MedvedevRussia e imediatamente replicados em inglês na @MedvedevRussiae. Apaixonado por fotografia, Medvedev frequentemente publica fotos de lugares que visita.


9 - Primeiro ministro britânico

País: Reino Unido

Seguidores: 2,4 milhões

Conta no Twitter: @Number10gov

A conta oficial reservada ao primeiro ministro britânico é bastante usada por David Cameron, o atual titular do cargo. Nesta quinta-feira, ele a empregou para enviar suas condolências às vítimas do acidente de trem que matou 78 pessoas na Espanha (Enrique Peña Nieto, presidente do México, fez a mesma coisa). O nome @Number10gov é uma referência ao endereço do gabinete: rua Downing, número 10, em Londres. 


10 - Cristina Kirchner

País: Argentina

Seguidores: 2,1 milhões

Conta no Twitter: @CFKArgentina

Dilma Rousseff pode ficar com inveja: Cristina Kirchner é a líder latino-americana com mais seguidores no Twitter e é classificada pela Burson-Marsteller como uma das mais conectadas. Além de falar aos argentinos, ela usa o Twitter para interagir com outros chefes de estado. Um de seus primeiros tuítes, em 2010, foi endereçado a Sebastián Piñera, do Chile, e oferecia apoio aos mineiros presos numa mina após um desabamento.


11 - Enrique Peña Nieto

País: México

Seguidores: 2 milhões

Conta no Twitter: @EPN

Como Cristina Kirchner, o presidente mexicano Enrique Peña Nieto emprega o Twitter para se comunicar com colegas de outros países. Além de divulgar fotos, vídeos e notícias de seu governo, ele segue vários outros presidentes e é seguido por eles. Nesta quinta-feira, Peña Nieto tuitou suas condolências às vítimas do acidente de trem que matou 78 pessoas na Espanha (David Cameron, do Reino Unido, fez a mesma coisa).


12 - Juan Manuel Santos

País: Colômbia

Seguidores: 2 milhões

Conta no Twitter: @JuanManSantos

O presidente colombiano Juan Manuel Santos é outro que faz diplomacia pelo Twitter. Em 2010, ele tuitou mensagens ao então presidente da Venezuela, Hugo Chaves, e promoveu a reaproximação dos dois países, que tinham relações tensas. Popular entre os internautas colombianos, Santos, no ano passado, convidou seu milionésimo seguidor a ir visitá-lo na residência oficial.


13 - Xeque Mohammed

País: Emirados Árabes Unidos

Seguidores: 1,9 milhão

Conta no Twitter: @HHShkMohd

O xeque Muhammad bin Rashid al-Maktum, primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos (o HH no nome da conta vem de “His Highness”, sua alteza), alterna tuítes em inglês e árabe. Divulga notícias de seu governo e ocasionalmente interage com o público. Seu tuíte de maior repercussão dizia: “Os ministros receberam iPads. Eu também recebi. O objetivo é dar agilidade e flexibilidade à tomada de decisões”.


14 - Dilma Rousseff

País: Brasil

Seguidores: 1,9 milhão

Conta no Twitter: @dilmabr

Quando estreou no Twitter, em abril de 2010, Dilma Rousseff descreveu sua presença na rede social como uma aventura. Pelo jeito, a aventura não durou muito. A conta de Dilma foi usada durante a campanha eleitoral e conquistou quase 2 milhões de seguidores, mas foi abandonada após as eleições. Seu último tuíte, de dezembro de 2010, diz: “Amigos, muito legal ser tão lembrada no Twitter em 2010. Logo eu, que tive tão pouco tempo p/estar aqui c/vcs. Vamos conversar mais em 2011”. Os seguidores estão aguardando.


15 - Najib Razak

País: Malásia

Seguidores: 1,6 milhão

Conta no Twitter: @NajibRazak

O primeiro ministro da Malásia Mohd Najib Tun Razak publica mensagens em inglês e malaio, além de retuítes de outras contas. Ele interage bastante com seguidores. Chegou a convidar alguns para um café-da-manhã e depois publicou fotos do encontro. Nesta semana, Razak usou o Twitter para cumprimentar Kate Middleton e o príncipe William pelo nascimento do novo herdeiro do trono britânico.



 

5 exemplos de líderes para inspirar os empreendedores

Eduardo Ferraz, especialista em liderança e gestão de pessoas, lista grandes líderes e seus respectivos estilos.


Os grandes líderes têm características marcantes e positivas de personalidade, como também comportamentos polêmicos. O objetivo deste artigo é apontar quais estilos de alguns destes líderes podem servir de exemplo para empreendedores dos mais diferentes segmentos de mercado.

1. Steve Jobs

É reconhecido como o gênio que revolucionou áreas distintas e fez da Apple a empresa mais valiosa do planeta, antes de falecer em 2011. Teve como características marcantes o alto padrão de exigência, o perfeccionismo e a capacidade única de colocar em funcionamento equipamentos e tecnologias nunca antes imaginados. Jobs serve de referência como um líder que formava e comandava equipes de altíssima performance, com pessoas que se complementavam para executar e aprimorar suas ideias.


2. Bernardinho

Bernardo Rezende é o treinador com mais títulos na história do voleibol mundial, incluindo cinco medalhas olímpicas consecutivas, dirigindo as seleções brasileiras feminina e masculina. Seus grandes diferenciais são a disciplina, determinação e verdadeira obsessão por treinar suas equipes até chegar próximo da perfeição.


3. José Roberto Guimarães

José Roberto é o único técnico campeão olímpico com seleções masculina (Barcelona 1992) e feminina de voleibol (Pequim 2008 e Londres 2012). Seu estilo de liderança valoriza muito o comprometimento, o trabalho de longo prazo e a paciência para obter resultados. Ele incentiva bastante o companheirismo entre os membros da equipe e consegue com isso motivar igualmente titulares e reservas. Como principal exemplo a ser seguido, mantém a calma e transmite segurança mesmo em condições extremas.


4. Jorge Paulo Lemann

Com uma fortuna avaliada hoje em 17 bilhões de dólares é um dos controladores da AB InBev, a maior cervejaria do mundo, Burger King, ALL, Lojas Americanas, e outras várias empresas, junto com seus sócios de décadas, Marcel Telles e Beto Sicupira. Foi o precursor no Brasil da aplicação da meritocracia e todas as suas empresas têm metas agressivas de crescimento e redução de custos atrelados a altos bônus em dinheiro e promoções a cargos de liderança em pouco tempo. 


5. Warren Buffet

É um dos três homens mais ricos do mundo há mais de 20 anos e considerado o mais bem sucedido investidor de todos os tempos. Tem como características admiráveis a frugalidade - mora na mesma casa há mais de 50 anos; o foco no longo prazo – aplica por décadas nas mesmas empresas e o apreço pela gestão profissional – diz que só compra ações de empresas das quais conheça as qualidades pessoais e profissionais de quem as comanda.

Fonte: Exame.com
 

Os 9 perfis mais comuns de empreendedores

Pesquisa da Endeavor indica quais são os tipos mais comuns de empreendedores brasileiros.


Apaixonado, antenado ou independente? Que tipo de empreendedor você é? Para ajudar nesta tarefa, a Endeavor, organização que apoia o empreendedorismo de alto impacto, fez um estudo para identificar as percepções e os perfis dos empreendedores brasileiros. A pesquisa, feita em parceria com o Ibope Inteligência, entrevistou mais de 3 mil pessoas, entre empresários, potenciais empreendedores e empregados.


O estudo mostrou que a falta de conhecimento ainda afeta as pequenas empresas e que boa parte dos empresários não se prepara para empreender. Por outro lado, a população brasileira enxerga os empreendedores como geradores de emprego e de riqueza para o país.

A pesquisa foi dividida em três categorias de empreendedores: potenciais, formais e informais. Para cada uma, há perfis variados. Veja abaixo os tipos de empreendedores identificados na pesquisa:


1. Apaixonado

A maioria é mulher, tem entre 25 e 35 anos e é autossuficiente. Este tipo representa 22,4% dos empreendedores, mora nas regiões Sul e Sudeste e tem um alto nível de escolaridade. São pessoas altamente ligadas às redes sociais e com experiência na área empreendedora, seja com exemplos na família ou negócios com mais de seis anos. As áreas de serviços de estética e venda de acessórios são as que concentram mais empresários deste perfil. Com faturamento baixo, este grupo tem dificuldades em captar recursos. Fazer networking e estudar finanças são boas ações para melhorar o negócio. 


2. Antenado 

É o perfil mais jovem mapeado entre os que já têm um negócio, com idade média de 31,6 anos, e quase 40% terminaram o ensino superior. Estes empreendedores atuam principalmente com a área de serviços. Participa mais do que a média de organizações de classe e associações e costuma se informar principalmente pela internet. É mais avesso a riscos financeiros e menos preocupado em fazer o negócio crescer rapidamente. Este perfil costuma estar à frente de empresas por menos de 3,5 anos e pode precisar da ajuda de mentores para resolver seus problemas. 


3. Independente 

Eles são mais experientes, têm entre 46 e 55 anos e gostam de trabalhar para si mesmos. A maioria é casada, chefe de família e conhece bem o empreendedorismo. É o tipo que ainda prefere ler jornais a acessar a internet para se informar. Problemas com fluxo de caixa e falta de investimento são apontados como fatores que impedem o negócio de crescer. 


4. Arrojado

Cerca de 17% dos empreendedores se encaixam neste perfil. São pessoas mais maduras e engajadas. A maioria é homem e, em média, atua como empresário por 17 anos. Metade deles atua na área de serviços automotivos. Sua renda está acima da média, o que o torna mais confiante para assumir riscos. Sua principal fonte de informação é televisão e jornais e ainda acessa pouco as redes sociais. Entre as preocupações estão problemas com fluxo de caixa e gestão de pessoas. 


5. Desbravador

São aquelas pessoas que ainda não têm um negócio, mas querem empreender. A maioria tem experiência no setor privado, mas ainda está no começo da carreira, e idade entre 18 e 39 anos. Quase 90% dos entrevistados disseram que querem empreender e é provável que isso aconteça nos próximos cinco anos. Sua principal motivação é o retorno financeiro. 


6. Empolgado

É o grupo mais jovem entre os que querem empreender, com idade entre 16 e 24 anos. A maioria está no Sudeste e usa a internet para se informar e se comunicar. Um terço deste grupo ainda não tem renda, pois muitos ainda não começaram a trabalhar. Este perfil quer empreender para ser independente. 


7. Provedor

Este grupo representa um quarto dos potenciais empreendedores. Geralmente, tem mais experiência, faixa etária de 40 a 64 anos e escolaridade mediana. Tem medo de correr riscos financeiros, mas querem muito abrir o próprio negócio. 


8. Pragmático

Este grupo, geralmente dominado por empreendedores informais, tem mais homens, baixo nível de experiência em empreendedorismo e escolaridade mediana. Atua principalmente no setor de comércio, com negócios que faturam menos de 50 mil reais por ano. A maioria não tem sócios e usa muito as redes sociais. Ele tem dúvidas sobre o retorno financeiro do negócio e as possibilidades de falência. 


9. Lutador

Outro tipo que reúne boa parte dos informais, este perfil é formado basicamente por empreendedores altamente experientes. As principais áreas de atuação são lanchonetes, serviços estéticos e automotivos. A maioria começa o negócio por necessidade e tem várias dúvidas sobre a administração da empresa. 

Fonte: Exame.com

 

5 dicas para melhorar seu relacionamento profissional com seu chefe

Ter um bom relacionamento com seu chefe é essencial para sua vida no trabalho.


Em um emprego, seja efetivo ou estágio, é imprescindível que você saiba como cultivar um bom relacionamento com seu chefe. 




Confira 5 dicas que explicam como mostrar ao seu chefe que você é um excelente profissional:




1. Eficiência nos projetos

Quando tiver um projeto para entregar, tente fazê-lo o mais rápido possível para que então você pergunte o que mais você pode fazer para ajudar. Trabalhar em equipe com seu chefe é uma ótima maneira de aprimorar sua relação profissional.


2. Chegue cedo

Chegar cedo, mesmo que apenas alguns minutos antes do seu horário normal, mostra que você se importa com suas responsabilidades.


3. Ganhe respeito

Vestir-se profissionalmente, evitar conversas casuais no escritório e apresentar novas ideias em reuniões são coisas que farão seu chefe notar sua presença no trabalho e você ganhará mais credibilidade.


4. Ofereça ajuda

Mostre interesse e entusiasmo em aprender mais. Um exemplo de uma boa maneira de mostrar isso ao seu chefe é perguntar se você poderia ir com ele a alguma reunião para entender melhor como a empresa funciona.


5. Agradeça

Sempre que seu chefe responder alguma dúvida ou ajudar você em algum projeto, não se esqueça de agradecê-lo. É um ato simples, mas mostra que você reconhece o trabalho dele e que sabe trabalhar em equipe.


 

7 coisas que as pessoas confiantes não fazem

Quer ser mais confiante e não sabe como? Que tal começar verificando os comportamentos que elas evitam e fazer o mesmo? 
 

Ser uma pessoa confiante não é tarefa fácil, embora algumas pessoas façam isso com muita naturalidade. Ainda que pareça difícil agir dessa maneira, basta observar o comportamento das pessoas realmente confiantes. É claro que será um desafio, mas se você souber o que essas pessoas não fazem será mais fácil analisar seus próprios comportamentos. 

Confiar em si mesmo

Veja uma lista com 7 coisas que as pessoas confiantes não fazem e comece a se sentir assim:


1. O mesmo que as outras pessoas

Ao contrário, pessoas confiantes têm uma tendência natural a questionar o convencional e desafiarem as determinações impostas pela sociedade. Portanto, pare de tentar acompanhar o que a maioria está fazendo. Invista nas suas ideias próprias.


2. Se preocupar com fraquezas

Talvez essas pessoas até devessem dar mais atenção para os seus pontos fracos. Mas, sem dúvida, o fato de não perderem tempo com isso faz com que eles mantenham o foco no que é importante. Isso não significa que eles não têm medo. Na verdade eles só não deixam que isso os impeça de ir adiante.


3. Desperdiçar tempo

Não é que eles estejam preocupados com produtividade e gerenciamento de tempo, eles apenas estão mais comprometidos com uma missão. As pessoas confiantes realmente querem passar a sua vida fazendo o que gostam. Por isso, eles são objetivos. Quando menos tempo você desperdiçar, mais tempo terá para fazer aquilo que gosta.


4. Tentar alcançar o sucesso

Não entenda mal: não tentar alcançar o sucesso não quer dizer que eles não busquem o sucesso. Significa simplesmente que eles não fazem disso o seu objetivo de vida. Existe uma lenda que diz que a maneira mais fácil de encontrar uma coisa é procurar por outra. Com o sucesso funciona da mesma maneira. Estabeleça metas capazes de te levar ao sucesso ao invés de estabelecer o sucesso como meta.


5. Serem egocêntricos

Pessoas confiantes não são egocêntricas, elas raramente fazem as coisas visando unicamente o benefício próprio. Não pense que você é o centro do mundo. Se você quer confiar em si mesmo, pare de visar apenas os seus próprios interesses. Pense em como as suas ações podem beneficiar as pessoas ao seu redor. É claro que você também pode ter vantagens, mas se não tiver com quem dividir as conquistas, que sentido elas têm?


6. Sentir medo de competição

Pessoas confiantes entendem a competição, conhecem a competição e estão confortáveis com ela. Eles sabem que as suas habilidades e determinação são suficientes para alcançar o que quer que seja necessário. Faça o mesmo. Não deixe que as habilidades concorrentes pareçam mais especiais que as suas.


7. Tentar ser o que não são

Nenhuma pessoa alcança o sucesso representando um papel por um simples motivo: é impossível fazer isso o tempo todo. Se você tentar ser algo que não é, vai acabar se perdendo nas suas próprias mentiras e, mais cedo ou mais tarde, deixará que a máscara caia.


 

O que os melhores líderes do mundo fazem de diferente

O consultor Marcus Buckingham ensina maneiras de transformar a gestão de uma empresa e desafia líderes empresariais a agir de uma nova forma


Por Fábio Bandeira de Mello

Imagine como seria interessante entrevistar milhares de gestores no mundo e perguntar para eles o que realmente torna uma equipe excepcional? Provavelmente, teríamos um panorama geral das práticas mais eficientes de gestão utilizadas pelas empresas.

E foi com esse pensamento que o consultor Marcus Buckingham aceitou esse desafio. À frente da coordenação de estudos realizados pelo instituto de pesquisa Gallup, ao longo de duas décadas, e que entrevistaram mais de 80 mil profissionais de cargos de chefia em todo o mundo, Buckingham identificou algumas semelhanças nas práticas gerências que dão certo.

Para o consultor, não existem grandes empresas, mas apenas equipes que sabem trabalhar bem e profissionais que sabem orientá-las. "O gerente tem a responsabilidade de transformar a personalidade de uma pessoa em desempenho. [...]. Somos mais produtivos quando conseguimos fazer o nosso melhor o tempo todo", declara o consultor em sua palestra na HSM Expomanagement.


Quem é seu conselho de Administração?

Na palestra, Buckingham relata que até nos mesmos cargos de uma empresa existe uma variação no rendimento das pessoas. Ele conta que acompanhou uma rede varejista com três mil lojas e, apesar das mesmas diretrizes em cada unidade, o potencial dos colaboradores variava. "Por que duas equipes que ganham a mesma coisa e fazem o mesmo trabalho têm níveis diferente de performance? O que será que acontece?", questiona o consultor a plateia.


Marcus Buckingham 

Em seguida, Buckingham destaca que cada organização tem um conselho de administração, que ajuda a empresa tomar decisões e suas diretrizes. E pede para que cada um dos participantes da ExpoManagement imagine seu próprio conselho de administração pessoal e escreva em um papel. Ao perguntar ao público quem colocou seus líderes e chefes nesse conselho pessoal, o consultor confirmou sua teoria: 80% desses chefes faziam parte dessa lista.



Agora, o consultor fez uma segunda pergunta: "Será que o seu nome entraria na lista do conselho de administração pessoal dos seus subordinados? [...]. Será que você está fazendo o mesmo impacto com seu subordinado como o seu líder fez com você?", questiona novamente para depois concluir:

"Antes de racionalizar a razão, temos que pensar nas questões pessoais. É isso que você deve buscar. [...]. Deve entrar no conselho de administração dos seus subordinados. Essa consciência gera um poder. A cultura está nas mãos do gestor local e e por isso que a mesma empresa pode dar diferentes resultados.


Os três questionamentos

Marcus Buckingham relata que através de sua pesquisa com líderes de todo mundo, três perguntas feitas para os funcionários podem definir em que caminho cada empresa está:

1ª - Os meus colegas estão comprometidos com a qualidade?

"É preciso definir o que é qualidade, mostrar o significado da excelência. Só assim as pessoas poderão conseguir dizer sim para esse questionamento. Jobs pode ter tido muitos defeitos, mas ele conseguia fazer isso", comenta o consultor.


2ª - Sei o que é esperado de mim no trabalho?

"Você nunca vai conseguir achar um funcionário confuso e competente ao mesmo tempo", destaca. Para ele, é preciso criar cronogramas e maneiras corporativas que vão dizer o que é esperado por cada profissional.


3ª - No trabalho, tenho a oportunidade de realizar todos os dias o que sei de melhor?

"No fundo, os líderes que conseguirem um sim nessa pergunta de seus colaboradores, com certeza, terão um desempenho maior que os outros. Mas, se você tirar o 'todos os dias' você perde o efeito", ressalta.


Pontos fortes

Quando se fala em aperfeiçoamento profissional, estamos acostumados a ouvir que devemos melhorar os nossos pontos fracos para equilibrar nossas habilidades. No entanto, Marcus Buckingham afirma que esse pensamento está condenado ao fracasso. Para ele, as pessoas vão obter os melhores resultados tirando o máximo dos seus pontos fortes ao invés de colocar muita ênfase nas deficiências ou falhas percebidas. "As pessoas reúnem seus pontos e tornam seus pontos fracos irrelevantes", ensina.


 

4 características de verdadeiros líderes

Para ser um líder verdadeiro e eficiente, você vai precisar desenvolver algumas qualidades. 

Confira 4 características de verdadeiros líderes.


Por Universia

Ser o líder de uma equipe é difícil e completamente desafiador, pois existe um grupo de pessoas que procura nesse líder inspiração e motivação. Por isso, para ser um líder verdadeiro e eficiente, você vai precisar desenvolver algumas qualidades que vão ajudar você a ser o líder que a sua equipe espera. Confira quais:


1. Autenticidade

Muitos líderes acreditam que eles precisam ser pessoas sem defeitos e sem medos no lugar de serem eles mesmos. Mas uma equipe precisa de um líder autêntico, e não um líder perfeito. Seja você mesmo e compartilhe os seus desafios. Afinal, você também faz parte da equipe.


2. Coragem

Você pode ter medos, mas um bom líder precisa correr riscos. Você vai confrontar decisões e conversas que nem sempre vão agradar você, sempre pensando no bem maior, ou seja, o bem da equipe. Eles vão procurar em você a coragem de ir um passo além do que acreditam ser suficiente.


3. Princípios

Um bom líder é conhecido pelas suas qualidades e convicções. O seu caráter vai definir o nível de compromisso que a sua equipe vai depositar em você. Por isso, é importante ser uma pessoa honesta e gentil e disposta a ouvir os membros do seu time.


4. Espírito colaborativo

Você também é parte da sua equipe e precisa saber como trabalhar com ela. Além disso, você vai encontrar situações onde terá que ouvir os problemas dessa equipe e encontrar uma solução que agrade sua maior parte, e para isso é preciso um espírito colaborativo.


 

8 erros dos líderes de primeira viagem


Você tem o desafio de levar o seu negócio ao sucesso? 
Veja os erros que pode evitar imediatamente.


Ninguém nasce sabendo nada. Nem os maiores empreendedores, muito menos os líderes de primeira viagem.

Qual você acredita ser o maior erro de um líder de primeira viagem?

A mesma pergunta foi feita a alguns empreendedores pelo Young Entrepreneurship Council para alguns jovens empreendedores americanos.

Abaixo, listamos as principais respostas para a pergunta. Veja quais os principais erros de liderança a evitar em seu negócio.



1. Pensar que todos pensam da mesma maneira

Segundo Kim Kaupe, empreendedora à frente da ZinePack, um erro que ela cometeu no início foi pensar que os colaboradores tinham o mesmo processo de pensamento e métodos de aprendizagem que ela.
O fato de explicar as coisas e  se afastar, esperando que as pessoas cumpram com as suas tarefas, se comprovou algo irrealista.

Agora, Kim pergunta ao funcionário se ele entendeu a sua tarefa para que ele lhe diga o que entendeu e como será o processo para que ela descubra se estão na mesma sintonia.


2. Não contratar rápido demais

Contratar muitos funcionários (6 a 10) em uma startup pode afundar o seu negócio.

O impacto da contratação de bons funcionários pode ser grande e, o mais assustador é quando você não age sobre isso rápido o suficiente e as coisas fogem de controle.
Derek Flanzraich da Greatist diz ter cometido esse erro em sua empresa e, desde então se concentra em não repetir o erro.


3. Contratar o trabalho sem o alinhamento de valores

Um erro que muitos empreendedores de primeira viagem cometem é contratar pessoas com base em seu trabalho, em primeiro lugar, ao invés de seus valores.
Contratar pessoas que acreditam em seus princípios acima de qualquer outra coisa é crucial para saber contratar hoje.
Seus funcionários precisam acreditar em seus valores fundamentais antes de fazerem parte do seu time, independentemente de suas fantásticas habilidades ou qualquer tipo de conhecimento.

Essa é a dica de Chuck Longanecker, da digital-telepathy, sobre os erros do empreendedor de primeira viagem.


4. Não pensar no desenvolvimento dos colaboradores

Segundo Mitch Gordon, da Go Overseas, bons funcionários querem crescer junto com o negócio e, como empreendedor, você precisa garantir que os funcionários sentem que têm espaço para expandir sua base de conhecimentos.
Os melhores funcionários vão sempre buscar por novas oportunidades quando sentirem que já chegaram ao máximo que a sua organização permite.


5. Não permitir que as pessoas façam as coisas

Seus funcionários querem impressioná-lo e construir uma grande empresa, assim como você.
Então eles frequentemente terão sua própria ansiedade e preocupação. Nos primeiros dias, lembre-se de ficar doente e deixar que seus funcionários façam as coisas à sua maneira.

Esse é o conselho de Gagan Biyani da Growth Hackers Conference.


6. Tentar extrapolar a competência dos funcionários

Segundo David Ehrenberg, da Early Growth Financial Services, logo no início ele tentou contratar um CFO e outras pessoas para ajuda-lo com o desenvolvimento dos negócios.

Ele rapidamente reconheceu que esses profissionais eram muito bons no que faziam, mas não eram vendedores.
Isso serviu para ensiná-lo que é preciso construir a sua equipe, permitindo que cada um se concentre no que sabe fazer de melhor. Não tente obter de seus funcionários algo em que eles não estejam aptos a fazer.


7. Contratar amigos

Muitos empreendedores partem para a contratação de amigos logo no início de seu negócio.
Muitas pessoas abusam da confiança, se atrasando ou faltando demais, já que eles sabem que você não vai ficar com raiva deles.

Isso resulta em um péssimo desempenho do trabalho e clientes insatisfeitos. Você só pode, e deve, contratar amigos que concordam com você sobre a importância da construção de sua marca.

Caso contrário, mantenha os amigos de fora do trabalho. Esse é o conselho de Nick Friedman, da College Hunks Hauling Junk and College Hunks Moving.


8. Resistir à delegação

Robert J. Moore da RJMetrics conta que levou muito tempo para se afastar das responsabilidades do dia-a-dia.
Ele teve que aprenderas verdadeiras responsabilidades do CEO e focar na alavancagem de uso do tempo, ao invés de microgerenciar as coisas.



Qual é o seu erro?

Como podemos ver, nenhum empreendedor é perfeito. Nos primeiros momentos de seu negócio, milhões de verdades absolutas sobre negócios vão cair por terra para você.

Por isso, quanto mais erros e deslizes o empreendedor puder evitar nesse primeiro momento, fará uma grande diferença no resultado final.

Agora que você já tem alguns erros para se esquivar, concentre-se em aprender rapidamente com seus erros, para que não seja tarde demais.

E você, quais erros de liderança cometeu? Comente.


Este artigo foi adaptado do original, “Newbie leadership mistakes and the important lessons learned”, do Smart blogs.


 
 
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