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6 tipos de postagens nas redes sociais que podem atrapalhar muito sua vida

Além de serem ferramentas destinadas à comunicação virtual, as redes sociais têm o poder de refletir significativamente na vida real, especialmente na área profissional.


Apesar de certos posts serem feitos por brincadeira, nem sempre as empresas enxergam assim. Muitas seleções incluem análise de perfil em redes sociais e alguns elementos podem pesar negativamente na hora da contratação. “Mesmo existindo um canal que fale de você profissionalmente, como o Linkedin, isso não significa que ‘vale tudo’ em outras redes. A internet é um espaço aberto. Quem acessa suas informações no Linkedin pode muito bem acessar sua conta no Facebook”, afirma Fabrício Saad, especialista em mídias sociais.

Fabricio cita três tipos de perfis que deixam as empresas com o pé atrás: o crítico de plantão (aquele que passa o dia inteiro xingando muito fazendo críticas no Twitter, principalmente contra produtos e empresas); o preconceituoso metido a engraçado (permeado de postagens e comunidades de conteúdo preconceituoso, seja de gênero, cor, religião) e o pessimista ou conselheiro (que vê o próprio perfil como um canal de reclamação ou um psicólogo virtual). “Esses temas causam muita polêmica”, explica Saad.

Para Gil Giardelli, web ativista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), ter cuidado ao expor as próprias opiniões é primordial para causar uma boa impressão na internet. “Todas as empresas estão olhando que tipos de comentários ou de fotos são divulgados nas redes”, diz. Alguns podem dificultar a vida do candidato (ou do funcionário). 


Veja abaixo quais são:


1) Posts com referências sexuais e preconceituosas de qualquer tipo podem custar caro. Em 2009, o comediante Danilo Gentili postou a seguinte frase em sua conta do Twitter: “King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?” (sic). Apesar de a intenção de Danilo ter sido fazer rir, a piada também pode ser entendida com um viés racista, comparando os negros a macacos. O resultado foi uma avalanche de críticas, inclusive de colegas de trabalho, gerando uma imagem negativa do humorista.


2) Posts com informações pessoais de segurança. Publicar endereços pessoais, números de celulares, informações sobre familiares e outras pessoas podem passar a impressão de que você é uma pessoa desatenta. “Não coloque nada que você não colocaria em um outdoor. É difícil ter regras, mas é importante ter bom senso”, explica Giardelli.


3) Posts com linguagem pouco educada em discussões. Ao debater com algum colega no mundo real, dificilmente você usaria palavras pesadas. Não pense que o relativo anonimato virtual fornece um salvo-conduto para agir de forma diferente nas redes. O uso de palavras de baixo calão reflete diretamente a sua personalidade. Em vez de partir para a agressão verbal, sustente seu discurso com argumentos consistentes .


4) Fotos de conteúdo constrangedor, como as que fazem alusões ao consumo de bebidas alcoólicas ou outro tipo de entorpecentes, são pontos muito negativos. Cada um se diverte à sua maneira, mas alguns registros podem ficar longe das telas do computador – e dos olhos do seu possível chefe. É preciso ficar atento não apenas às fotos que você posta, mas também àquelas em que seus amigos o marcam. Há imagens que você pode nem saber que existam e o resultado pode ser desastroso. “Tudo que está na rede, mesmo que na dos amigos, vaza”, conta Gil. Para a consultora de boas maneiras Sofia Rossi, fotos mal colocadas podem passar a impressão de falta de seriedade. “Tirar foto mostrando a língua e fazendo gestos na frente do espelho faz com que a sua postura profissional seja questionada”, acredita.


5) Posts com comentários que podem prejudicar a empresa de alguma maneira. Um comentário mais exagerado ou uma opinião com teor desrespeitoso pode ter um desfecho amargo. Em 2010, o ex-diretor comercial da empresa Locaweb, Alex Glikas, postou um comentário ofensivo ao time de futebol do São Paulo durante uma partida contra o Corinthians. O inconveniente é que a Locaweb era patrocinadora do primeiro time, e a reação dos torcedores são-paulinos foi de retaliação contra Glikas. A solução da empresa foi demitir o funcionário.


6) As associações e páginas curtidas no Facebook dão um parâmetro da personalidade e dos pontos de vista do candidato. Portanto, preste atenção nas páginas que você adiciona ao seu perfil: conteúdo criminoso, ofensivo e apelativo são maneiras rápidas de eliminar candidatos.

Se você já cometeu algum deslize, Saad ensina que a melhor maneira de reparar o erro é a transparência: deve-se pedir desculpas publicamente, de preferência pelo mesmo canal utilizado. “As pessoas podem entender que você errou, mas querem ver essa atitude. Se você se arrependeu, mostre isso”, explica. A consultora de boas maneiras Sofia Rossi concorda, e diz que é necessário assumir o seu erro. “Se já postou, deixa lá; assuma, peça desculpas e preste atenção para não cometer o mesmo erro”.

Para ter um perfil interessante, Giardelli explica que é necessário começar a propagar coisas que lhe agradam. “Uma dica é a pessoa criar uma linha editorial com o que gosta de falar, sobre o que gosta de compartilhar. Isso facilita para os leitores decidirem ou não seguir o seu perfil. A gente precisa de mais gente interessante, e menos curtidas”.

A dica de Fabrício é ser claro, coerente e sempre postar o tipo de conteúdo que promete. “As pessoas que vão te seguir esperam receber informações a respeito do que está na sua biografia básica”. Uma recomendação valiosa é sempre prestar atenção à gramática e à ortografia. Também seja relevante em suas postagens. “Usar a linguagem segmentada, promover ações de engajamento, de cyberativismo, campanhas sociais são atitudes que têm tudo a ver com esses canais”, finaliza Fabrício.

Fonte: Tribuna da Bahia
 

10 recursos que você encontra no Google+, não no Facebook


Confira as novidades do Google para dar experiência única à sua rede social



Por Kaluan Bernardo

O novo Google+ foi apresentado ao mundo ontem durante a conferência anual da empresa. A rede social que demora a emplacar ganhou mudanças expressivas e já mostra sua nova "cara" mais atraente aos internautas.

Em dois anos, segundo o Google, a plataforma conquistou 190 milhões de usuários ativos por mês, número ainda tímido para quem sonha "bater de frente" com o Facebook e seu bilhão de seguidores.

Por isso a empresa de buscas concentra esforços para atrair usuários à sua proposta social. As mudanças implementadas esta semana aumentam a quantidade de recursos e dão ao G+ diferenciais em relação ao rival. 
10 recursos que você encontra no Google+ e não no facebook


Listamos abaixo algumas dessas funcionalidades exclusivas. Antes de ler, entenda que elas não representam necessariamente a superioridade da plataforma em relação ao site de Zuckerberg.


Hangouts

A possibilidade de conversar com diversas pessoas por vídeo a custo zero e com bastante facilidade é um dos grandes trunfos do Google+.

A empresa lançou o aplicativo do Hangouts que permite fazer videoconferências utilizando um smartphone. Nós o testamos por aqui e podemos confirmar que ele é bom, rápido e simples, além de contar com integração ao Gtalk.

O Facebook também tem ferramenta de videochat, mas, além de limitar a conversa a apenas uma pessoa, ele é mais pesado e não tem aplicativo.


Ajuste automático de fotos

O Google soube mais uma vez aproveitar seus algoritmos para facilitar a vida dos usuários. A ferramenta consegue, em apenas um clique, melhorar a qualidade da imagem balanceando contraste, foco e nitidez. Nos testes feitos pela redação, percebemos que a tecnologia funciona bem, apesar de não fazer milagres... em alguns casos, as alterações são sutis. 


Auto-Awesome

Outro recurso anunciado, o Auto-Awesome, pega todas as imagens semelhantes postadas em sequência e as unifica em um GIF animado ou em uma foto com qualidade HDR.

A funcionalidade também promete excluir fotos borradas, duplicadas ou com contraste ruim. Assim você consegue subir as 600 imagens de suas férias sem muitas dores de cabeça.


Imagens GRANDES!

Além do usuário comum de redes sociais, o Google parece querer chamar a atenção também de fotógrafos, que frequentam sites especializados como o Flickr, do Yahoo!.

Agora o G+ permite postar fotos grandes, com 2.048 pixels ou mais, e visualizá-las em tela cheia com a possibilidade de dar zoom. No entanto, há um limite de armazenamento para esse tipo de arquivo: 15 GB. Fotos menores podem ser guardadas infinitamente.


Hashtags

O recurso, que é um dos maiores sucessos no Twitter, conseguiu ser bem aproveitado pelo G+. Ao clicar em uma hashtag você logo é direcionado a uma página com os posts mais populares que linkam tal termo. A novidade é interessante e útil para agrupar temas e discussões. Também vale ressaltar a área "Postagens interessantes", que traz os conteúdos mais populares da rede. 


Página "lugares"

Uma área especial do G+ voltada a organizar os locais da cidade onde você se encontra. Cada estabelecimento pode ser avaliado por seus frequentadores, que também conseguem compartilhar comentários e fotos sobre o lugar. Ele também conta com integração ao Google Maps.


Informações sobre o post

Alguns recursos simples, mas interessantes, que fazem diferença. Agora as informações sobre quem curtiu, comentou e compartilhou o post são vistas no “verso” dele, disposto como se fosse um cartão. Ao clicar em “Ver Eco”, o internauta encontra uma espécie de gráfico que mostra a viralização daquele conteúdo específico.


Comunidades

Tudo bem que o Facebook tem grupos e as comunidades do G+ não são lá muito diferentes. Mas elas possuem alguns recursos únicos, como a possibilidade de fixar tópicos na barra esquerda com visual mais semelhante às nostálgicas comunidades do Orkut.


Data Center do Google

Todos esses recursos só são possíveis devido aos Data Centers monstruosos do Google. Uma das vantagens das tecnologias que a empresa tem à disposição é a velocidade com que as ações acontecem dentro da rede.

Comparado ao Facebook, o upload de fotos, por exemplo, ou a troca de páginas, é muito rápido. No entanto, a comparação é injusta e ainda é cedo para confiar tanto nisso. Afinal, o Facebook recebe uma quantidade muito maior de dados do que o G+. Mesmo assim, vale ficar de olho. 


Integração com serviços do Google

Esse talvez seja o maior golpe do Google para buscar usuários. Quase todos os serviços da empresa ganharam conexão ao G+: Gmail, YouTube, Docs e até mesmo a ferramenta de buscas interagem em algum nível com a rede social.

 
 
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