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Os 9 perfis mais comuns de empreendedores

Pesquisa da Endeavor indica quais são os tipos mais comuns de empreendedores brasileiros.


Apaixonado, antenado ou independente? Que tipo de empreendedor você é? Para ajudar nesta tarefa, a Endeavor, organização que apoia o empreendedorismo de alto impacto, fez um estudo para identificar as percepções e os perfis dos empreendedores brasileiros. A pesquisa, feita em parceria com o Ibope Inteligência, entrevistou mais de 3 mil pessoas, entre empresários, potenciais empreendedores e empregados.


O estudo mostrou que a falta de conhecimento ainda afeta as pequenas empresas e que boa parte dos empresários não se prepara para empreender. Por outro lado, a população brasileira enxerga os empreendedores como geradores de emprego e de riqueza para o país.

A pesquisa foi dividida em três categorias de empreendedores: potenciais, formais e informais. Para cada uma, há perfis variados. Veja abaixo os tipos de empreendedores identificados na pesquisa:


1. Apaixonado

A maioria é mulher, tem entre 25 e 35 anos e é autossuficiente. Este tipo representa 22,4% dos empreendedores, mora nas regiões Sul e Sudeste e tem um alto nível de escolaridade. São pessoas altamente ligadas às redes sociais e com experiência na área empreendedora, seja com exemplos na família ou negócios com mais de seis anos. As áreas de serviços de estética e venda de acessórios são as que concentram mais empresários deste perfil. Com faturamento baixo, este grupo tem dificuldades em captar recursos. Fazer networking e estudar finanças são boas ações para melhorar o negócio. 


2. Antenado 

É o perfil mais jovem mapeado entre os que já têm um negócio, com idade média de 31,6 anos, e quase 40% terminaram o ensino superior. Estes empreendedores atuam principalmente com a área de serviços. Participa mais do que a média de organizações de classe e associações e costuma se informar principalmente pela internet. É mais avesso a riscos financeiros e menos preocupado em fazer o negócio crescer rapidamente. Este perfil costuma estar à frente de empresas por menos de 3,5 anos e pode precisar da ajuda de mentores para resolver seus problemas. 


3. Independente 

Eles são mais experientes, têm entre 46 e 55 anos e gostam de trabalhar para si mesmos. A maioria é casada, chefe de família e conhece bem o empreendedorismo. É o tipo que ainda prefere ler jornais a acessar a internet para se informar. Problemas com fluxo de caixa e falta de investimento são apontados como fatores que impedem o negócio de crescer. 


4. Arrojado

Cerca de 17% dos empreendedores se encaixam neste perfil. São pessoas mais maduras e engajadas. A maioria é homem e, em média, atua como empresário por 17 anos. Metade deles atua na área de serviços automotivos. Sua renda está acima da média, o que o torna mais confiante para assumir riscos. Sua principal fonte de informação é televisão e jornais e ainda acessa pouco as redes sociais. Entre as preocupações estão problemas com fluxo de caixa e gestão de pessoas. 


5. Desbravador

São aquelas pessoas que ainda não têm um negócio, mas querem empreender. A maioria tem experiência no setor privado, mas ainda está no começo da carreira, e idade entre 18 e 39 anos. Quase 90% dos entrevistados disseram que querem empreender e é provável que isso aconteça nos próximos cinco anos. Sua principal motivação é o retorno financeiro. 


6. Empolgado

É o grupo mais jovem entre os que querem empreender, com idade entre 16 e 24 anos. A maioria está no Sudeste e usa a internet para se informar e se comunicar. Um terço deste grupo ainda não tem renda, pois muitos ainda não começaram a trabalhar. Este perfil quer empreender para ser independente. 


7. Provedor

Este grupo representa um quarto dos potenciais empreendedores. Geralmente, tem mais experiência, faixa etária de 40 a 64 anos e escolaridade mediana. Tem medo de correr riscos financeiros, mas querem muito abrir o próprio negócio. 


8. Pragmático

Este grupo, geralmente dominado por empreendedores informais, tem mais homens, baixo nível de experiência em empreendedorismo e escolaridade mediana. Atua principalmente no setor de comércio, com negócios que faturam menos de 50 mil reais por ano. A maioria não tem sócios e usa muito as redes sociais. Ele tem dúvidas sobre o retorno financeiro do negócio e as possibilidades de falência. 


9. Lutador

Outro tipo que reúne boa parte dos informais, este perfil é formado basicamente por empreendedores altamente experientes. As principais áreas de atuação são lanchonetes, serviços estéticos e automotivos. A maioria começa o negócio por necessidade e tem várias dúvidas sobre a administração da empresa. 

Fonte: Exame.com

 

10 dicas para ser uma profissional de sucesso


1. Seja pontual no horário e nos prazos

Quando chega atrasado no trabalho, o funcionário passa a impressão de falta de interesse na função. Além de contar pontos negativos com a chefia, isso pode comprometer a execução de tarefas e atrasar até o trabalho dos seus superiores.


2. Fale sempre a verdade para o chefe

Se você cometeu um erro ou está com dificuldade para dar conta do trabalho, é melhor admitir do que mentir para seu chefe. Quando descoberta, a mentira tem um efeito devastador: o funcionário perde a confiança do chefe, reduz as chances de crescer na empresa e, quando traz prejuízos para outros funcionários, pode ser demitido.



3. Use os equipamentos da empresa só para o trabalho

Levar material de almoxarifado do escritório para casa, imprimir trabalhos escolares na impressora da empresa, usar o computador da firma para procurar oportunidades de trabalho em outro lugar ou para passar informações confidenciais para concorrentes. Tudo isso caracteriza fraude contra o ambiente de trabalho e pode provocar demissão por justa causa. Se você está interessado em novos desafios profissionais, jogue limpo com seus superiores. Quando avisados, eles podem entender seu pedido e até incentivar você a procurar emprego em outro lugar.


4. Nunca passe por cima da sua chefia

Numa empresa, é esperado que o chefe dê ordens para os subordinados, pois ele tem experiência para garantir a melhor execução das tarefas. Se o subordinado descumpre as ordens ou trata diretamente com outros superiores, ele quebra a hierarquia. Isso pode trazer problemas para seu chefe imediato. A melhor forma de subir é contribuir para a chefia crescer e a levar junto.


5. Separe o pessoal do profissional

Por mais que seu chefe seja uma pessoa acessível e parceira de atividades sociais, como barzinhos após o expediente ou baladas, lembre-se de que na relação entre vocês sempre haverá uma cobrança pela boa execução de suas atividades profissionais. Ele não vai deixar de demitir você caso seja necessário só porque é seu amigo.


6. Deixe os problemas pessoais em casa

Caso seja necessário, explique ao seu superior as dificuldades que você está enfrentando e peça um tempo para resolvê-las. Se seu chefe confiar no seu trabalho, ele será compreensivo, pois existe a perspectiva de você superar os problemas e voltar a trazer bons resultados.


7. Evite as fofocas

Espalhar boatos gera um clima de desconfiança sobre o trabalho de uma equipe inteira. A fofoca é um julgamento negativo sobre um fato real cometido por alguém. Quem ouve a fofoca tende a achar que tudo que o fofoqueiro diz é uma deturpação da realidade. Assim, é uma questão de tempo para que todos deixem de acreditar nele.


8. Cuide da sua imagem

Cuidar do cabelo e da maquiagem com desleixo e vestir-se com roupas decotadas não são fatores decisivos, mas contam pontos em uma demissão. Comportamentos impulsivos também podem ter consequências drásticas.


9. Esteja aberta a novos desafios

Se seu chefe pedir para você executar outras tarefas porque seu setor sofreu mudanças, aceite. Só assim ele saberá que você acredita no sucesso da empresa.


10. Peça um retorno do seu chefe

Sempre tenha a qualidade do seu trabalho como meta. Para isso, estabeleça com seu chefe maneiras de avaliar o trabalho que você executa para saber se ele está contente com o seu desempenho. Nada pior para um funcionário do que se acostumar a cumprir apenas as suas funções, sem se preocupar com o retorno da chefia ou em ser demitido por não executar suas tarefas conforme o esperado. Ele fica sem saber por que foi demitido e o que precisa melhorar para se tornar um profissional mais qualificado.


 

Empreender: afinal de contas, o que é isso?

Empreender é sinônimo de acreditar, planejar, controlar e agir. É enxergar condições sob ângulos de rara visão e buscar um foco nem sempre facilmente reconhecido. É sair da zona de conforto e abrir mão de rotinas de manutenção de um status quo acomodado. E, para que você acredite em algo, é preciso que o assunto seja estudado. Ninguém acredita naquilo que desconhece. Portanto, antes de dizer que você está disposto a empreender, é preciso dizer que você esteja disposto a aprender!

o que é empreendedorismo

Aprender significa ler, conversar, pesquisar. Dar o primeiro passo, o segundo, o terceiro e eventualmente cair. Cair faz parte do aprendizado. Cair concede-nos a experiência, o controle de futuros resultados que poderão ser premeditados a medida que tivermos aprendido. Empreender é uma mistura da teoria e prática diretamente relacionadas. Quanto mais se sabe da primeira, mais ação é requerida da segunda. Ou seja, quanto mais se estuda, mais se pratica. A teoria sem aplicação prática é mera utopia. Quando você empreende, você cai,  todos caímos, é assim mesmo!

Planejar inclui, refletir, disciplinar e abdicar. Abdicar de possíveis confortos temporários, disciplinar para foco no resultado e refletir para que rumos sejam frequentemente ajustados. O controle é a chave final do sucesso do empreendedor.  Saber guardar seus próprios pensamentos e expor seus conceitos somente quando tiver certeza da sua verdadeira aplicabilidade é característica dos vencedores.  Além disso, controlar os recursos investidos,  sejam eles materiais ou emocionais, também faz parte do projeto. Ou seja, tanto a quantia a ser investida quanto a veemência de um argumento afetam o equilíbrio do objetivo final.

Finalmente, não é da noite para o dia que empreendedorismo é aprendido. Empreender é principalmente criar, inovar e gerar frutos. E, como tudo na vida, requer talento, vontade, sensibilidade e preparação para quando houver a oportunidade!

Carlos Wizard Martins é palestrante especializado em gestão empresarial e autor dos livros "Desperte o milionário que há em você" e "Meu presente mais valioso", publicados pela Editora Gente.

 

7 coisas que as pessoas confiantes não fazem

Quer ser mais confiante e não sabe como? Que tal começar verificando os comportamentos que elas evitam e fazer o mesmo? 
 

Ser uma pessoa confiante não é tarefa fácil, embora algumas pessoas façam isso com muita naturalidade. Ainda que pareça difícil agir dessa maneira, basta observar o comportamento das pessoas realmente confiantes. É claro que será um desafio, mas se você souber o que essas pessoas não fazem será mais fácil analisar seus próprios comportamentos. 

Confiar em si mesmo

Veja uma lista com 7 coisas que as pessoas confiantes não fazem e comece a se sentir assim:


1. O mesmo que as outras pessoas

Ao contrário, pessoas confiantes têm uma tendência natural a questionar o convencional e desafiarem as determinações impostas pela sociedade. Portanto, pare de tentar acompanhar o que a maioria está fazendo. Invista nas suas ideias próprias.


2. Se preocupar com fraquezas

Talvez essas pessoas até devessem dar mais atenção para os seus pontos fracos. Mas, sem dúvida, o fato de não perderem tempo com isso faz com que eles mantenham o foco no que é importante. Isso não significa que eles não têm medo. Na verdade eles só não deixam que isso os impeça de ir adiante.


3. Desperdiçar tempo

Não é que eles estejam preocupados com produtividade e gerenciamento de tempo, eles apenas estão mais comprometidos com uma missão. As pessoas confiantes realmente querem passar a sua vida fazendo o que gostam. Por isso, eles são objetivos. Quando menos tempo você desperdiçar, mais tempo terá para fazer aquilo que gosta.


4. Tentar alcançar o sucesso

Não entenda mal: não tentar alcançar o sucesso não quer dizer que eles não busquem o sucesso. Significa simplesmente que eles não fazem disso o seu objetivo de vida. Existe uma lenda que diz que a maneira mais fácil de encontrar uma coisa é procurar por outra. Com o sucesso funciona da mesma maneira. Estabeleça metas capazes de te levar ao sucesso ao invés de estabelecer o sucesso como meta.


5. Serem egocêntricos

Pessoas confiantes não são egocêntricas, elas raramente fazem as coisas visando unicamente o benefício próprio. Não pense que você é o centro do mundo. Se você quer confiar em si mesmo, pare de visar apenas os seus próprios interesses. Pense em como as suas ações podem beneficiar as pessoas ao seu redor. É claro que você também pode ter vantagens, mas se não tiver com quem dividir as conquistas, que sentido elas têm?


6. Sentir medo de competição

Pessoas confiantes entendem a competição, conhecem a competição e estão confortáveis com ela. Eles sabem que as suas habilidades e determinação são suficientes para alcançar o que quer que seja necessário. Faça o mesmo. Não deixe que as habilidades concorrentes pareçam mais especiais que as suas.


7. Tentar ser o que não são

Nenhuma pessoa alcança o sucesso representando um papel por um simples motivo: é impossível fazer isso o tempo todo. Se você tentar ser algo que não é, vai acabar se perdendo nas suas próprias mentiras e, mais cedo ou mais tarde, deixará que a máscara caia.


 

O que os melhores líderes do mundo fazem de diferente

O consultor Marcus Buckingham ensina maneiras de transformar a gestão de uma empresa e desafia líderes empresariais a agir de uma nova forma


Por Fábio Bandeira de Mello

Imagine como seria interessante entrevistar milhares de gestores no mundo e perguntar para eles o que realmente torna uma equipe excepcional? Provavelmente, teríamos um panorama geral das práticas mais eficientes de gestão utilizadas pelas empresas.

E foi com esse pensamento que o consultor Marcus Buckingham aceitou esse desafio. À frente da coordenação de estudos realizados pelo instituto de pesquisa Gallup, ao longo de duas décadas, e que entrevistaram mais de 80 mil profissionais de cargos de chefia em todo o mundo, Buckingham identificou algumas semelhanças nas práticas gerências que dão certo.

Para o consultor, não existem grandes empresas, mas apenas equipes que sabem trabalhar bem e profissionais que sabem orientá-las. "O gerente tem a responsabilidade de transformar a personalidade de uma pessoa em desempenho. [...]. Somos mais produtivos quando conseguimos fazer o nosso melhor o tempo todo", declara o consultor em sua palestra na HSM Expomanagement.


Quem é seu conselho de Administração?

Na palestra, Buckingham relata que até nos mesmos cargos de uma empresa existe uma variação no rendimento das pessoas. Ele conta que acompanhou uma rede varejista com três mil lojas e, apesar das mesmas diretrizes em cada unidade, o potencial dos colaboradores variava. "Por que duas equipes que ganham a mesma coisa e fazem o mesmo trabalho têm níveis diferente de performance? O que será que acontece?", questiona o consultor a plateia.


Marcus Buckingham 

Em seguida, Buckingham destaca que cada organização tem um conselho de administração, que ajuda a empresa tomar decisões e suas diretrizes. E pede para que cada um dos participantes da ExpoManagement imagine seu próprio conselho de administração pessoal e escreva em um papel. Ao perguntar ao público quem colocou seus líderes e chefes nesse conselho pessoal, o consultor confirmou sua teoria: 80% desses chefes faziam parte dessa lista.



Agora, o consultor fez uma segunda pergunta: "Será que o seu nome entraria na lista do conselho de administração pessoal dos seus subordinados? [...]. Será que você está fazendo o mesmo impacto com seu subordinado como o seu líder fez com você?", questiona novamente para depois concluir:

"Antes de racionalizar a razão, temos que pensar nas questões pessoais. É isso que você deve buscar. [...]. Deve entrar no conselho de administração dos seus subordinados. Essa consciência gera um poder. A cultura está nas mãos do gestor local e e por isso que a mesma empresa pode dar diferentes resultados.


Os três questionamentos

Marcus Buckingham relata que através de sua pesquisa com líderes de todo mundo, três perguntas feitas para os funcionários podem definir em que caminho cada empresa está:

1ª - Os meus colegas estão comprometidos com a qualidade?

"É preciso definir o que é qualidade, mostrar o significado da excelência. Só assim as pessoas poderão conseguir dizer sim para esse questionamento. Jobs pode ter tido muitos defeitos, mas ele conseguia fazer isso", comenta o consultor.


2ª - Sei o que é esperado de mim no trabalho?

"Você nunca vai conseguir achar um funcionário confuso e competente ao mesmo tempo", destaca. Para ele, é preciso criar cronogramas e maneiras corporativas que vão dizer o que é esperado por cada profissional.


3ª - No trabalho, tenho a oportunidade de realizar todos os dias o que sei de melhor?

"No fundo, os líderes que conseguirem um sim nessa pergunta de seus colaboradores, com certeza, terão um desempenho maior que os outros. Mas, se você tirar o 'todos os dias' você perde o efeito", ressalta.


Pontos fortes

Quando se fala em aperfeiçoamento profissional, estamos acostumados a ouvir que devemos melhorar os nossos pontos fracos para equilibrar nossas habilidades. No entanto, Marcus Buckingham afirma que esse pensamento está condenado ao fracasso. Para ele, as pessoas vão obter os melhores resultados tirando o máximo dos seus pontos fortes ao invés de colocar muita ênfase nas deficiências ou falhas percebidas. "As pessoas reúnem seus pontos e tornam seus pontos fracos irrelevantes", ensina.


 

4 características de verdadeiros líderes

Para ser um líder verdadeiro e eficiente, você vai precisar desenvolver algumas qualidades. 

Confira 4 características de verdadeiros líderes.


Por Universia

Ser o líder de uma equipe é difícil e completamente desafiador, pois existe um grupo de pessoas que procura nesse líder inspiração e motivação. Por isso, para ser um líder verdadeiro e eficiente, você vai precisar desenvolver algumas qualidades que vão ajudar você a ser o líder que a sua equipe espera. Confira quais:


1. Autenticidade

Muitos líderes acreditam que eles precisam ser pessoas sem defeitos e sem medos no lugar de serem eles mesmos. Mas uma equipe precisa de um líder autêntico, e não um líder perfeito. Seja você mesmo e compartilhe os seus desafios. Afinal, você também faz parte da equipe.


2. Coragem

Você pode ter medos, mas um bom líder precisa correr riscos. Você vai confrontar decisões e conversas que nem sempre vão agradar você, sempre pensando no bem maior, ou seja, o bem da equipe. Eles vão procurar em você a coragem de ir um passo além do que acreditam ser suficiente.


3. Princípios

Um bom líder é conhecido pelas suas qualidades e convicções. O seu caráter vai definir o nível de compromisso que a sua equipe vai depositar em você. Por isso, é importante ser uma pessoa honesta e gentil e disposta a ouvir os membros do seu time.


4. Espírito colaborativo

Você também é parte da sua equipe e precisa saber como trabalhar com ela. Além disso, você vai encontrar situações onde terá que ouvir os problemas dessa equipe e encontrar uma solução que agrade sua maior parte, e para isso é preciso um espírito colaborativo.


 

6 erros comuns de recém-graduados

Acabou de se formar na faculdade e não sabe o que está fazendo errado para não conseguir um emprego? 

Ser um recém-graduado pode ser assustador. Você acabou de se formar na faculdade e precisa começar a sua carreira, mas não sabe como começar a procurar um emprego. Você não está sozinha nessa. Muitos recém-graduados (na verdade, a maioria deles) têm dificuldades para ingressar no mercado de trabalho.


Confira 6 erros comuns de recém-graduados:



1. Não ser realista sobre as vagas desejadas 

Você precisa aprender a analisar quais vagas são ideais para você e se você é adequado para as responsabilidades do trabalho. Não mande o seu currículo para uma vaga antes de se perguntar se você tem as habilidades necessárias.


2. Incluir detalhes do curso no currículo 

Recém-graduados têm o hábito de incluir informações sobre o curso no currículo. O que você deve incluir, na verdade, é o seu histórico profissional, até mesmo empregos que você não acredite que sejam relacionados com a vaga desejada.


3. Fazer currículos muito longos 

Recém-graduados não podem fazer currículos muito longos porque geralmente não têm muita experiência. Coloque apenas as informações relevantes e tente manter o seu currículo no limite de uma página.


4. Não usar o seu network 

Recém-graduados podem sentir um pouco de vergonha de usar o seu network, ou seja, perguntar, por exemplo, ao amigo do seu pai se existe alguma oportunidades de emprego ideal para você. Mas essa é a hora de usar o seu network, afinal, ninguém melhor do que um conhecido para apontar o caminho do mercado de trabalho.


5. Procurar o emprego dos sonhos 

Essa é a hora de ser realista. Se você acabou de se formar na sua faculdade, você provavelmente não vai conseguir o seu emprego dos sonhos logo de cara. Lembre-se de que uma carreira de sucesso é formada por pequenos passos.


6. Ser formal demais 

Recém-graduados acreditam que o mercado de trabalho é extremamente formal, quando na verdade empresários são pessoas como eles. Em cartas de apresentação, por exemplo, tente ser criativo e espontâneo no lugar de usar uma escrita estática e formal demais.


 

20 livros para ser um empreendedor melhor

Veja indicações de obras que tratam de empreendedorismo e inovação para pequenos empresários.


Por Camila Lam

Todo empreendedor deve reservar uma parte da sua rotina para buscar referências e se inspirar. Ter novas ideias e adotar novas práticas são essenciais para a saúde de uma empresa, seja ela uma startup ou uma empresa de médio porte. 

Com a ajuda de Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral, Mike Martins, diretor executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching, Thiago de Carvalho, coordenador do Centro de Empreendedorismo (CEMP) do Insper, Sílvio Celestino, sócio-fundador da Alliance Coaching, e João Bonomo, professor de empreendedorismo do Ibmec/MG, EXAME.com listou 20 dicas de obras para empreendedores. 


"A Arte do Começo"

O autor é especialista em tecnologia e marketing e, na década de 80, foi um dos funcionários responsáveis da Apple pelo marketing do computador Macintosh. Para Bonomo, a obra mostra como o empreendedor pode alcançar vantagens competitivas quando seu empreendimento é inovador.

“A Arte do Começo”, de Guy Kawasaki (Editora Best Seller Ltda, a partir de R$ 29,90)



"A Decolagem de Um Grande Sonho"

Escrito em primeira pessoa, a obra traz a história de Ozires Silva e suas experiências de vida desde sua infância até a criação e consolidação da Embraer. “O livro é baseado em sonhos e determinação, no fato de que os empreendedores não apenas empreendem, mas levam um país inteiro a acreditar em seus sonhos”, diz Arruda.

“A Decolagem de Um Grande Sonho”, de Ozires Silva (Editora Campus, a partir de R$ 105)




“A Escola dos Deuses”

Obra voltada para empreendedores e estudantes que desejam deixar de lado uma vida mecânica e repetitiva. “O livro fala sobre a importância de se criar primeiro o mundo interior, das reflexões, dos pensamentos, para depois produzir o mundo exterior”, explica Celestino.

“A Escola dos Deuses”, de Stefano Elio D´Anna (Editora Prolibera, a partir de R$ 40)





"A Linguagem das Emoções"

O autor da obra é consultor da série norte-americana Lie to Me e explica que é possível lidarmos melhor com os nossos sentimentos. Ao compreender melhor as emoções é possível entender melhor as pessoas com quem você convive. Um empreendedor precisa lidar com investidores, clientes e fornecedores constantemente e com a leitura pode aprender a lidar melhor com determinados sinais.

“A Linguagem das Emoções”, de Paul Ekman (Editora Leya Brasil, a partir de R$ 34,90)



"A Lógica do Cisne Negro"

Temas como sorte, incerteza e probabilidade são abordados pelo autor para explicar determinados conhecimentos. Para Bonomo, do Ibmec/MG, essa é uma obra indicada para quem atua no mundo empresarial e precisa entender seus paradoxos.

“A Lógica do Cisne Negro”, de Nicholas Taleb (Editora Best Seller Ltda, a partir de R$ 39,90)





"A Revolta de Atlas"

Neste romance, o mundo é um lugar em que novas ideias são punidas e empresários inventores somem sem deixar pistas. Indicação de Carvalho, do Centro de Empreendedorismo do Insper, a obra traz uma reflexão sobre inovação e empreendedorismo.

“A Revolta de Atlas”, de Ayn Rand (Editora Sextante, a partir de R$ 69,90)





"A Vez do Sonho"

A obra contém entrevistas de onze empreendedores brasileiros feitas por Fernando Dolabela. Eles tratam de assuntos como riscos e inovação por meio de suas experiências.

“A Vez do Sonho”, de Fernando Dolabela (Editora Cultura, a partir de R$ 30,00)






"As 48 Leis do Poder"

O livro mostra como pensam estrategistas de diferentes épocas e como eles usam a inteligência e planejamento para vencer. Martins, da Sociedade Latino Americana de Coaching, diz que o livro indica como conviver com erros e acertos.

"As 48 Leis do Poder", de Robert Greene e Joost Elffers (Editora Rocco, a partir de R$ 64,50)





“As Campeãs Ocultas”

A obra traz lições de 500 pequenas e médias empresas, de diversos países, que são destaques em seu mercado. Além disso, o autor descobriu que elas têm alguns aspectos em comum como serem inovadoras e próximas de seus consumidores.

“As Campeãs Ocultas: Estratégias de Pequenas e Médias Empresas que Conquistaram o Mundo”, de Hermann Simon (Editora Bookman, a partir de R$ 53)




“As Cartas de Tsuji”

Este livro narra a história de um pesquisador que decide abrir uma empresa. “Leitura fácil e bastante didática, com apontamentos claros e dicas rápidas para empreendedores de início de carreira”, afirma Bonomo.

“As Cartas de Tsuji: A História de um Pesquisador e seus Alunos Criando uma Empresa de Base Tecnológica”, de Rochel Monteiro Lago, Lilian Barros Pereira Campos e Euler Santos (Editora UFMG, a partir de R$ 42)


"Eu S/A"

Essa ficção tem como assunto principal o marketing. A narrativa acontece em um mundo em que as pessoas têm o sobrenome substituído pela marca da empresa em que trabalham.

“Eu S/A”, de Max Barry (Editora Record, a partir de R$ 32,90)






"Fora de série - Outliers"

A obra traz exemplos de empreendedores que conseguiram o sucesso que as pessoas tanto almejam e mostra que há uma lógica para isso. Para o autor, é um conjunto de fatores como oportunidades incríveis e nível de excelência do profissional.

“Fora de série - Outliers”, de Malcolm Gladwell (Editora Sextante, a partir de R$ 29,90)





"Liderança - Segundo Barack Obama"

Livro-empreendedorismo-liderançaAs campanhas presidenciais de Barack Obama foram marcadas pela capacidade de lidar com diferentes tipos de mídia. Mais do que isso, a obra mostra quais foram as estratégias intrapessoais e interpessoais para chegar à presidência dos Estados Unidos.

“Liderança - Segundo Barack Obama”, de Shel Leanne (Editora Leya Brasil, a partir de R$ 29,90)





"Hard Drive: Desejo de Vencer"

A obra narra a história da Microsoft e de seu fundador, Bill Gates. “O livro, em sua perspectiva histórica, apresenta uma empresa que surpreende seus clientes com um misto de capacidade, agressividade, competência e arrogância, com um final que ainda está por ser escrito”, explica Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral.

“Hard Drive: Desejo de Vencer”, de James Wallace e Jim Erickson (Editora Record, a partir de R$ 20)



"O Poder do Mito"

A obra é uma série de conversas que o autor teve com o jornalista norte-americano Bill Moyers e fala sobre os mitos e as aventuras que todos passam para evoluir. Para Celestino, é uma maneira de empreendedores observarem seus desafios, medos e desejos de modo a amadurecer como indivíduo e auxiliar outros a fazerem o mesmo.

“O Poder do Mito”, de Joseph Campbell (Editora Palas Athena, a partir de R$ 74)



"O Poder dos Quietos"

A obra é baseada em pesquisas científicas e mostra grandes realizações feitas por introvertidos como Albert Einstein. Para Celestino, é essencial que o empreendedor tenha habilidade para lidar com diferentes tipos de profissionais, dos extrovertidos aos introvertidos.

“O Poder dos Quietos”, de Susan Cain (Editora Agir, a partir de R$ 29,90)





"Por que as zebras não têm úlceras?"

O autor é um especialista em estresse e acredita que o motivo da queda de desempenho profissional é como ministramos o estresse em corpo. “Segundo o autor, a maneira que fazemos isso será a chave para que nossas inteligências sejam usadas para a aquisição de resultados”, explica Martins, da Sociedade Latino Americana de Coaching.

“Por que as zebras não têm úlceras?”, de Robert M. Sapolsky (Editora Francis, a partir de R$ 89)



“Steve Jobs: A Biografia”

A biografia de Steve Jobs tem como base mais de quarenta entrevistas feitas ao longo de dois anos. “Acredito que a profundidade e abrangência da visão a respeito da vida e dos pensamentos de Steve Jobs nos dão uma dimensão realista de que o empreendedor, por mais bem-sucedido que seja, é humano e comete erros”, afirma Celestino.

“Steve Jobs”, de Walter Isaacson (Editora Companhia das Letras, a partir de R$ 49,90)



"The Idea Factory"

A obra narra a história da Bell Laboratories, de onde saíram as principais inovações do século 20, como laser e linguagens de programação, além de mão de obra para startups.

“The Idea Factory: Bell Labs and the Great Age of American Innovation”, de Jon Gertner (Editora Penguin Press, a partir de US$ 19 na Amazon)





"The First Venture Capitalist"

Georges Doriot era acadêmico da Universidade de Harvard, empreendedor e fundou o INSEAD, uma das escolas de negócios de destaque mundial. A obra é uma reunião de relatos de ex-alunos e colegas de Doriot.

“The First Venture Capitalist: Georges Doriot on Leadership, Capital and Business Organization”, de Udayan Gupta (Editora Gondolier, a partir de US$ 18 na Amazon)




 
 
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